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Imagine.

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Imagine que depois de alguns anos, eu finalmente estive vivendo a vida como se algumas memórias do passado não mais fizessem parte de mim, como se algumas pessoas não mais existissem, como se alguns dos meus antigos erros não mais me perseguissem.

Imagine que muitas vezes dei risada e debochei de mim mesma por ter estado com alguém que nunca foi bom pra mim. (Ria para não chorar).
Imagine que muitas vezes lembrava desse alguém como algo que infelizmente fez parte da minha vida, mas, que morreu e foi enterrado.

Imagine que, quando mal eu esperava, as coisas mudariam com um estalar dedos.

Infeliz o dia o qual, sem pensar (como de costume), atrevi-me a conversar com esse alguém. Atrevi-me a voltar áquela rotina de "procurar o nome dele na minha lista de amigos". Atrevi-me a deixar meu coração em risco. Atrevi-me a agir sem pensar nas consequências. E agora, como já era esperado, estou tendo de lidar com nós dois (eu e ele) em silêncio, (talvez não tão em silêncio), já que sou transparente de propósito e às vezes deixo escapar um pouquinho de como me sinto.

Ando tentando agir com a razão, porque, afinal, a verdade eu já conheço: Homens vazios procuram preencher o vazio que possuem no peito, com mulheres vazias, que procuram fazer o mesmo.
Exatamente! Esse alguém que me fascina se encaixa "na ala dos vazios". Não tem conteúdo, nada me acrescenta, só me diminui.

E até que, olhando assim parece fácil: Se me faz mal, vou deixar pra lá. Mas e na prática? E no dia-a-dia? Mantê-lo em meus pensamentos, assim como fuçar sua rede social todos os minutos de forma incompulsiva, são escolhas tão somente minhas, que me machucam, me doem o coração, mas que, não consigo evitar. Aliás, conseguir evitar, eu consigo. Só não quero, e isso parece irônico, será que eu gosto de me ver triste? De me ver regredindo? Dando passos largos para trás? Será que eu estou esquecendo de me amar e cuidar de mim?

Por essas e outras que a "paixão" me enoja. É um sentimento ruim, descompromissado, chega, te ilude, te arraza e te deixa jogada no chão, sofrendo as dores. Não estou exagerando, quem já viveu sabe que é assim, infelizmente é assim.  Isso porque paixão não é amor, paixão não é saudável. Quero longe de mim.

Nesses últimos dias não tenho sido eu. O sorriso que não saia do meu rosto nem por um decreto, agora só aparece, dá um "oi" e vai embora. Fiquei possessiva, só consigo pensar em "O que ele viu nela? Será que ela é melhor que eu? Será que é uma vingança? Porque? Como? O mundo dá voltas. Hoje sou eu, amanhã é ele." E essas indagações clichês que muito se vê por aí. Que péssimo! Olha a que ponto eu cheguei. Me rebaixei ao mais baixo dos níveis. E tudo porque? Porque resolvi dar um "oi" no chat do facebook.

As vezes as coisas acontecem quando menos esperamos ou quando estamos no alge da felicidade. E uma coisa é certa: Temos que estar preparados para o que der e vier. Não somos de ferro, não somos robôs sem coração. Nossa carne é fraca, por isso o espírito tem de estar pronto.

Hoje fico com um almejo interno: Isso vai passar. Só isso: Vai passar.

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Será que só eu achei essas canecas mega fofas? Ando gostando muito dessas "coisinhas" e compraria milhares delas... se eu tivesse dinheiro pra isso hahaha.